Mulheres ainda são minoria no mercado de trabalho

Por Rosiane Braga

Lavar roupa todo dia que agonia! Este é o grito de socorro das mulheres que vivem subordinadas pelos maridos. Seres limitados àquela história de que mulher nasceu para cuidar da casa, marido e filhos. Condições impostas e aceitas pela preservação de valores e tradições.

A efetivação dos afazeres domésticos faz parte da realização pessoal de muitas mulheres. Outras já os fazem por necessidade. O grande desafio é a quebra de barreiras. Mesmo conscientes de que a deterioração da renda e à necessidade de contribuir para a sobrevivência da família foram fatores contribuintes para a elevação da participação feminina no mercado.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), em sete anos foi verificado um aumento contínuo de participação das mulheres no mercado de trabalho, embora elas ainda sejam minoria. Em 2003, as trabalhadoras representavam 43% da população ocupada, ou 8 milhões de pessoas. Já em 2009, elas correspondiam a 45,1% desse total, somando 9,6 milhões de pessoas.

Grande parte dos lugares oferecidos às mulheres no mercado de trabalho não estão sujeitos às mesmas condições daquelas oferecidas ao gênero masculino. Em relação ao período ancestral, as mulheres já adquiriram grandes méritos, mesmo assim a luta por mais reconhecimento continua.





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