Fórmula do cientista!

Por Rosiane Braga
Fotos: M. Lapin, José Longhi

Era uma noite bonita que a lua estava a clarear. No calendário marcava sexta-feira dia do povo cair na bebedeira e o final de semana comemorar. Eu tinha que dali sair depressa porque depois da aula nada mais me interessa eu só queria descansar. Sai dali pensando no dever que a professora chegou a marcar. Um dever inusitado e que eu nunca havia pensado. Como eu iria usar a fórmula do cientista engraçado e que invisível eu poderia ficar.

Noite de trânsito movimentado e o povo conturbado que por mim ali passou. Eu não sabia na certa como seria esperta e o que eu iria passar. Sentei na beira do lago que por pouco o vaga-lume não morreu afogado. Passou por mim a borboleta que estava meio cambeta, de noite não sabia como voar. Depois o casal de namorados que estavam muito abraçados, se chamavam de meu amor.

A criança andava esbelta empurrava uma cadeira de rodas, quando sorrindo pra mim olhava, este é o meu avô. A outra cena era de porta-retrato, o cachorro e o gato juntos a rodar. E a árvore balançava mais forte de alegria ou talvez sorte, quando o vento seu caule tocava. O ponteiro do relógio circulava e a minha paciência quase esgotada, porque o ônibus não passava.

Pensava que aquela  fórmula não presta e que a minha cabeça detesta, pois não podia imaginar. Foi quando a criança depressa me deu um beijo na testa e me entregou uma flor. O excepcional também por ali passava e uma linda canção cantarolava. Levei um susto danado quando o pássaro bem do meu lado, em cima do toco parou. Olhando pra frente avistava os lindos cisnes que formavam um lindo coração. Foi quando minha mente despertava e eu caía na risada, porque a minha fórmula derramou.

A lua que clareava aquela noite bonita me fez sentir a mais nobre das pepitas. No outro dia na sala de aula o meu discurso para a professora eu decorava. Que o cientista maluco guarde com cuidado a sua fórmula. Na preocupação de me tornar invisível eu pude perceber o incompreensível. Às vezes fórmulas de muitos cientistas que mostram como invisível fica, desvendam o que está diante dos nossos olhos. Não é necessário mágicas e fórmulas para que nas pequenas coisas, vejamos o verdadeiro amor.





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