A Mulher e o Voto

Por Rosiane Braga
Fotos: João Monteiro/ Gabriel/ Tiago/

As mulheres terão, em igualdade com os homens, o direito de voto em
todas as eleições, sem nenhuma restrição.”
(Convenção sobre Direitos Políticos da Mulher- artigo 1 )

Em 1983, a Nova Zelândia, foi o primeiro país a permitir o voto feminino. Apesar de “igualdade” estar entre os lemas da Revolução Francesa, no considerado maior país da União Européia, apenas em 1945, após o fim da Segunda Guerra Mundial, a mulher conseguiu votar.

No Brasil, há cerca de 80 anos a mulher brasileira ganhou o direito de votar nas eleições nacionais. Mesmo assim, o código decretado de caráter provisório só permitia que viúvas e solteiras com renda própria, além de mulheres casadas que obtinham a permissão do marido poderiam exercê-lo. As restrições ao exercício do voto, só foram eliminadas em 1934.

Depois das mulheres conquistarem o direito do voto na mesma condição do voto masculino, pode-se afirmar que o país entrara-se em uma modernidade política, aceitando a participação feminina nas decisões, considerando a evolução do então período e amadurecimento de uma chamada “democracia” existente. Apesar disto, ainda são notórios preconceito e discriminação contra a classe feminina.

Em 2008, o Tribunal Superior Eleitoral divulgou que do total de 127,4 milhões de eleitores brasileiros, 65,9 milhões equivalente a 51,7% são mulheres, ou seja, as mulheres já representavam a maioria do eleitorado brasileiro.

As mulheres estão cada vez mais conseguindo administrar seu tempo a favor das atividades delas e relevar situações com firmeza e ousadia. O avanço feminino frente a questões políticas e econômicas é uma realidade e caracteriza o crescimento do espaço feminino perante a sociedade moderna.

“A conquista do voto, fruto da coragem, tenacidade e sacrifícios, já foi uma demonstração admirável do quanto podem e do quanto valem. O desempenho dos mandatos, embora ainda em número muito aquém do que a sociedade necessita, só tem revelado que as mulheres, acima da média dos homens, sabem tratar com capacidade,
responsabilidade e amor a coisa pública”.
 (Antônio Sérgio Ribeiro)

Comentários

  1. Adorei o texto! Irei recomendá-lo.
    Bj,

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  2. Com certeza , nao ao preconceito. Por uma sociedade igualitaria. Agora mais ainda com Dilma Presidente. Um abraço. Eduardo

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  3. Conquistamos esse direito e agora chegamos à Presidência. Tomara que nosso espaço seja cada vez marcante. Gostei do blog, com temas superinteressantes. Parabéns. Sucesso. Sigo-te! :))

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  4. Marinha,
    Eduardo,
    Cristiane,
    Obrigada pela visita.
    Abraço amigo.

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