Construir com segurança!

Por Rosiane Braga
Fotos: Retiradas do Google.com

Adquirir a casa própria está entre os sonhos da maioria dos brasileiros. E os índices revelam que desde o ano de 2010, as pessoas estão cada vez mais realizando este sonho. O setor da construção civil comemorou um balanço positivo que chegou a um crescimento de 11% e a previsão para este ano era de não perder o ritmo, com expansão de 6%. Apesar da crise, muitos brasileiros tentam driblar o orçamento para fugir do aluguel. Dados divulgados pela Caixa Econômica Federal mostram que no primeiro trimestre deste ano, foram assinados 226.381 contratos totalizando R$14,7 bilhões em financiamentos habitacionais. A agência destacou que o financiamento para material de construção apresentou um acréscimo de 18,2% no mesmo período, com um volume de R$ 1,3 bilhão contratados.


Os especialistas afirmam que o mercado imobiliário brasileiro chegou a um equilíbrio, mas não aconselham comprar imóvel com objetivo de vender e ganhar dinheiro. Como já foi mencionado as pessoas estão buscando moradia própria, o que favorece o crescimento da construção civil e outros setores que o envolve. Um dos gargalos do setor é a falta da mão-de-obra qualificada. E com isto gera outro problema que com cautela deve ser levado em consideração. Esta semana, o Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), mostrou que um em cada três pacientes internados com fratura na coluna sofreu queda de locais altos. E que 60% desses pacientes ficam com lesão neurológica permanente.


Se formos analisar e apontar dados, notaremos que a questão não se limita apenas ao hospital de São Paulo. E que também em outros hospitais as pessoas foram internadas porque caíram de obras autônomas, pequenas empreiteiras ou ainda em atividades recreativas em lajes. O número de vítimas que sofreram quedas em obras dobrou e é notório que com o aumento do número de construções, que nem sempre utilizam todas as medidas devidas de segurança, vai aumentar também o número de acidentes com os profissionais da categoria. O problema toma proporção quando pessoas, com mão-de-obra não qualificada e que necessitam do emprego, sujeitam-se a um trabalho de risco.

É necessário que campanhas sejam realizadas para orientar estes profissionais sobre o uso dos equipamentos de segurança e também conscientizá-las que as lajes não é a melhor opção para permanência. A informação que a mídia disponibiliza sempre está relacionada com o que o aumento da construção civil proporciona na economia do país. Muitas vezes, empresas de grande poder aquisitivo camuflam situações que ocorreram relacionadas à classe operária. Quando qualquer pessoa for fazer alguma obra, autônoma ou de empreiteira é preciso usar capacete, cinto de segurança e demais dispositivos. A falta da mão-de-obra qualificada é um argumento para o motivo de eventualidades e fatalidades ocorrerem, mas o pior de tudo é que muitas vezes coisas aconteceram por falta de informação.

Comentários

  1. Olá flor passando pra conhece seu blog , e adorei tudo vc esta de parabéns estou seguindo vou adora ter vc no meu blog beijos flor..

    http://rosanadicasfemininas.blogspot.com/

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  2. É o velho problema do Brasil, as pessoas fazem de conta que se cuidam e as autoridades, que fiscalizam. Meus parabéns pela postagem, amiga. Beijo de bom final de semana.

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