Estudantes brasileiros nos EUA

Muitas pessoas têm interesse de estudar fora do Brasil. Sabe-se que as maneiras de aprendizagem evoluíram muito e quem tem no currículo uma formação estrangeira é bem visto, além de uma bagagem informacional maior. Estudando fora, a pessoa conhece uma nova cultura, novos costumes e também uma maneira nova de viver, e isso faz com que seus conhecimentos sejam ainda maiores em relação a sua profissão, o que torna uma vantagem em relação aos brasileiros que não tiveram a mesma oportunidade. Os números revelam que hoje essa é uma prática cada vez mais comum devido à globalização e o incentivo de todos os países para receber esse tipo de estudante.

O Brasil ocupa o 14º lugar entre os países com maior número de alunos estudando em universidades nos Estados Unidos. É o que mostra o relatório Open Doors, divulgado nesta segunda-feira (12). De acordo com o estudo, 9.029 brasileiros estão matriculados em universidades nos Estados Unidos e o número de estudantes estrangeiros em faculdades e universidades norte-americanas aumentou 6%, atingindo um recorde e 764.495 alunos no período de 2011 e 2012.

Grande parte destes estudantes é integrante do Programa Ciência sem Fronteiras, que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A proposta do governo federal é enviar 100 mil pesquisadores, em quatro anos, para diversos países, sendo 20 mil só para os Estados Unidos.

*O relatório Open Doors é publicado anualmente pelo Instituto de Educação Internacional (IEI) em parceria com o Escritório de Assuntos Educacionais e Culturais do Departamento de Estado dos Estados Unidos.

*Para saber mais informações sobre o Programa Ciência sem Fronteiras, entre no site http://www.cienciasemfronteiras.gov.br ou entre em contato pela Central de Atendimento: 0800 616161

Comentários

  1. Evidentemente esta tendência tem se solidificado na educação brasileira, o que é um avanço um tanto interessante, tendo em vista a formação globalizada de um indivíduo apto a entender a dinâmica atual. Vejo, porém, que este tipo de interação cultural ainda é um caminho que pode ser trilhado por poucos. Já está na hora de a política educacional democratizar este tipo de experiência.
    Ainda assim, é algo interessante!
    Abraço!

    Vi
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  2. Oi Vi,
    Concordo plenamente, trilhado por poucos... As dificuldades dos mestrandos e doutorandos para que o projeto seja aprovado até a conquista da bolsa, para ir estudar fora é imensa. E tem mais... Acredito que a democratização maior está na volta, no campo da saúde por exemplo, a cooperação estrangeira é vista com desconfiança e alguns projetos dos que estudaram fora demora mais de ano para ser aprovado.

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Definitivamente um retardo do progresso. Uma retroalimentação de uma realidade irresponsável com a educação e com o desenvolvimento. E o que fazer, não é mesmo?

      Vi
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