The End!

Amanheceu e o sol chegou como o previsível... O fim da Saga Crepúsculo terminou como todos já sabiam, senti falta de esforço de Stephenie Meyer para concluir um trabalho de quatro anos. O que difere da conclusão de uma graduação, por exemplo, ao qual o trabalho de conclusão de curso deve fechar a etapa com “chave de ouro”. Lamentável, esperar quatro anos lendo e ouvindo sobre os incríveis poderes dos vampiros para acompanhar este final, que não foi trágico, porém cômico, além do que o último capítulo da série foi fatiado em dois filmes para render bilheteria. Pela mídia já começamos a perceber as divergências de opinião, gostaria que a expectativa sobre o impressionismo de conhecer o personagem vampiro Edward no primeiro filme, fosse superada com a aparição da recém-criada criatura, Bella Swan. O que não convenceu...

A mãe desastrosa de Bella, mas ao mesmo tempo dedicada nas pequenas vezes que esteve perto da filha, evaporou. Nem sequer foi mencionada no fim da saga. Com o fim da série pressupõe o destino de todos os personagens. Senti a ausência como a falta da mãe da noiva em uma cerimônia de casamento. A cena de convencimento de Charlie, pai da nova vampira, de que “algo aconteceu” com a filha, mas tudo já está bem, não agradou muito. Bella: Não posso contar. Charlie: Ok, senti sua falta. Ora, ora ora, para o ser humano ser convencido de algo é necessário um argumento muito forte mesmo em ficção. Sem falar que faltou presença de Renesmee, a figura da menina de super-poderes, principal atração do final, não teve mais destaque do que à aparição de Bella “a vampira”, talvez o certo não seria mais destaque, mas sim mas emoção em suas aparições. Faltou... também evidência no imprinting de Jacob, com a criança, meio humana e meio vampira do casal. Poderia ser motivo de indignação de muitos, mas sairia da situação de mesmice dos filmes românticos se realmente a batalha dos Cullen entre os Volturi realmente tivesse acontecido e não fosse apenas visão de Alice.


Há o que salvar... As cenas em que Bella está aprendendo a ser uma vampira são legais, para o público-alvo do filme. Numa delas, a moça disputa uma queda de braço com o fortão Emmett, o que chama a atenção da juventude. Em outra, dá um abraço de urso que quase sufoca seu amado Edward, oh como ela é forte! A visão apurada, a alta velocidade, a sensação da caçada... Tudo isso pode ser experimentado pelos fãs, através de Bella. A sempre falha maquiagem, notável desde a primeira metade do longa, que é dedicada a mostrar a adaptação de Bella à condição de vampira e de mãe, é um dos pontos que os críticos não perdoam. Os efeitos especiais, que acompanham o crescimento instantâneo da pequena Renesmee, também são bastante questionados. A estratégia de colar o rosto da atriz mirim Mackenzie Foy, 11, em todas as crianças que fazem Renesmee, em sua rápida evolução rumo à idade adulta, criou um efeito artificial e estrambótico.

Como podem perceber, as críticas prevalecem. O objetivo foi conquistado... O filme Amanhecer – parte 2, último da saga Crepúsculo, bateu o recorde nacional de bilheteria na estreia, levando um milhão de espectadores aos cinemas de todo país no primeiro dia de exibição, nesta quinta-feira, 15. O filme foi lançado em mais de 1.200 salas e já tinha ultrapassado a marca dos 600 mil bilhetes somente na venda antecipada. Reafirmo o que disse neste espaço há algum tempo atrás, o que vai ficar é a estória de Isabella Swan e Edward Cullen. Chegou invadiu a “nossa vida” e possibilitou com que dentro de uma sala escura de concreto enxergássemos vampiros como a personificação da beleza, juventude eterna e do amor que nunca morre. Cabe a nós, esperar se a recente volta de Kristen Stewart com Robert Pattinson, após uma possível pulada de cerca da moçoila, vai durar para a eternidade ou foi uma estratégia para não estragar o final feliz dos pombinhos pelo menos, na ficção.

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