Discutindo o verde


Aniversariando junto ao Código Florestal e também assunto de destaque na Semana do Meio Ambiente, um ano depois, está a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Nesta segunda-feira (3), na abertura da semana ambiental a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, defendeu a relevância do encontro internacional, destacando que a agenda definida pelas autoridades presentes pauta a discussão da sustentabilidade atualmente. O reflexo da Rio+20 pode ser comprovado porque várias organizações internacionais que integraram a equipe de discussão já estão colocando em prática ações comprometidas durante o evento. 

A Ministra admitiu que a agenda da Rio+20 tem pautado todas as negociações internacionais de desenvolvimento sustentável, e basicamente é uma agenda que coloca na centralidade do debate a questão do homem, a questão da erradicação da pobreza e de evoluir em novos modelos econômicos. Para Izabella é importante tratar a sustentabilidade não só como uma questão de desenvolvimento nacional, mas de desenvolvimento global.  A Conferência foi mencionada como um avanço nas negociações mundiais de preservação ambiental. 

Tempos um grupo cobrando implementação da nova legislação ambiental, balanço positivo de um encontro internacional que avança na conscientização de ações sustentáveis, representantes da ONU na Mongólia alertando sobre o desperdício de comida e buscando encorajar iniciativas ambientais, a criação de unidades de conservação no Rio de Janeiro com o intuito de preservar áreas da Mata Atlântica e a realização de atividades educativas em todo o país. Em dois dias da Semana ambiental podemos contabilizar aspectos positivos quanto à busca de soluções para melhorar a atual situação verde no mundo. São pequenas atitudes que podem alavancar grandes procedimentos de preservação.

Enfatizando a iniciativa do município do Rio de Janeiro vale ressaltar que a região noroeste fluminense, que reúne 13 municípios, e tem uma das áreas de Mata Atlântica mais devastada do estado, vai ganhar seis unidades municipais de Conservação (São Fidélis, Porciúncula, Cambuci, Aperibé e duas em Natividade). Juntas, as unidades vão somar 19.584 hectares, protegendo 295 nascentes e cinco espécies ameaçadas de extinção: jacutinga, chuá, tatu-bola, macaco-prego e sagui-da-serra-escura. Mais três unidades estão previstas para os municípios de Santo Antônio de Pádua, Itaocara e Bom Jesus de Itabapoana. O projeto serve de exemplo para que representantes incluam medidas de restauração e proteção florestal nos respectivos planos municipais. Uma lei de incentivo é uma boa iniciativa. Tudo merece ser apreciado e destacado por nós. 

Comentários

  1. Bom dia, Rosiane,

    Mais verde preservado. Bom ler sobre isso, renova as esperanças. Mas as ações precisam avançar e chegar à população. O planeta é frágil e está bem doente! Beijos e ótima quarta-feira!

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