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Mostrando postagens de Abril, 2013

Problema social em papel reciclável!

O que  não utilizamos mais, não para de crescer. E cresce em ritmo mais acelerado que a população urbana. Tudo gera um monte de sacolas amontoadas, papéis, móveis quebrados, resto de comida, animais revirando os montes, principalmente os urubus, cacos de vidro, garrafas de plástico, um odor indescritível e no meio disso tudo seres humanos. Pessoas que tentam se proteger daquele ambiente como podem, que estão ali no intuito de retirar alguma coisa daquilo que não presta mais para nós. É com o que nós descartamos que eles sobrevivem.
O risco de contaminação por salmoneloses, chegueloses, doenças que causam diarréia, parasitoses e endoparasitoses causadas por vermes como giárdia e ameba, dengue, tétano, leptospirose dentre outras está mais próximo deles e eles nem imaginam. Na verdade estão cientes porque quem trabalha nestas condições não tem como não saber dos riscos, mas não tem outro meio de sobrevivência. Nunca ouvi dizer que alguém trabalha no lixo por vontade própria.
“A gente e…

Na boca do povo!

Toda a sociedade está mobilizada contra a alta do preço do tomate. O alimento praticamente virou artigo de luxo na mesa dos brasileiros. Mesmo que por meio de piadinhas e comentários irônicos o povo se entrega e afirma que abrir mão do alimento nas refeições diárias não está sendo fácil. Para quem não se lembra na década de 70, o produto que teve grande alta foi o chuchu. Mesmo com preferência diferenciada pelo alimento em relação ao tomate, a população sentiu a diferença de preço. O ex-ministro da Fazenda Mário Henrique Simonsen, declarou guerra ao chuchu quando o preço do alimento começou a subir descontroladamente e chegou a culpar o insosso legume pela inflação que atormentava o país. 
Desde o segundo semestre de 2012 o preço do tomate brasileiro tem se mantido em níveis altos e a questão ganhou proporção maior após a tradicional cantina paulistana Nello's anunciar no Facebook que passaria a banir o item do cardápio enquanto os preços não voltassem ao normal.  Nas redes socia…